Ouvi o seguinte comentário num café:
Isto que aconteceu na Madeira é a prova que Deus não dorme. Ouçam o que vos digo (...)
O povo gosta de desgraças.
O povo quando abre a boca só diz caca.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
People are strange
People are strange when you're a stranger
Faces look ugly when you're alone
Women seem wicked when you're unwanted
Streets are uneven when you're down
When you're strange
Faces come out of the rain
When you're strange
No one remembers your name
When you're strange
...
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Na segunda-feira, a minha avó faleceu. Estava bastante doente. Viveu 81 anos. Foi feliz. Teve um lar e uma família. Foi sempre amada e respeitada. Teve amigos. Teve saúde. Teve um marido maravilhoso, o meu avô. Foi uma mulher forte, com um temperamento, por vezes, mal compreendido. Lutava e opinava. Não se dava por vencida. Ensinou-me. Educou-me.
Sei que não é possível descrever com clareza a tristeza que é perder alguém que amamos. Despedimo-nos dela no Domingo. Os seus olhos azuis, esbatidos pelo cansaço e pela doença, fixávam-nos. A sua voz trémula dizia que tinha chegado a hora de partir. Chorámos e ainda choramos a sua morte. Sentimos um pesar que nos aperta. Sabemos, porém, que já não sofre e não há nada pior do que o sofrimento. Ver sofrer e não saber como aliviar a dor é a maior sensação de impotência do mundo.
Ontem, disseram-me que a morte é a irmã gémea da vida. Acredito que é verdade. Embora nunca estejamos realmente preparados para a aceitar, a morte é tão natural como a vida. E porque a morte pode mesmo surgir a qualquer momento, devemos viver a vida com um profundo apreço. Valorizá-la. Sermos felizes e fazermos os outros felizes. Partilhar. Perder a vergonha, o medo de amar. Dizermos aos outros o quanto gostamos deles. Tudo, aparentemente, tão simples, mas, é claro, que, frequentemente, nos esquecemos destes gestos. Afinal, somos seres humanos. Sempre tão infelizes, tão absorvidos, tão preocupados. Todos somos assim. Eu sou assim.
O luto, quando partilhado, torna-se menos penoso e, por isso, agradeço a quem esteve e está comigo. Agradeço a quem me deu a mão e abraçou. Agradeço a quem me deseja força. Obrigada, muito obrigada.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Medo...


E pronto, aqui está mais uma bela campanha do Wall Street Institute. Primam pelo bom gosto e cativam a malta, sim senhor. Espectacular.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Bright Star
"I almost wish we were butterflies and liv'd but three summer's days - three such days with you I could fill with more delight than fifty common years could ever contain."terça-feira, 5 de janeiro de 2010
(500) Days of Summer
Tom meets Summer on January 8th. He knows almost immediately she is who he has been searching for. This is a story of boy meets girl, but you should know upfront, this is not a love story.
Adorei este "conto".
As personagens são encantadoras.(E não consigo parar de cantarolar as músicas dos The Smiths)
Love is Heaven.
Love is Pain.
Love is Pain.
(Ou como diria Miguel Esteves Cardoso,
O Amor É Fodido.)
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
sábado, 26 de dezembro de 2009
Natal - o dia seguinte.
Nunca pensei dizer isto... mas ainda bem que a euforia/azáfama natalícia já passou...(Especialmente quando certos membros da minha família - não me refiro aos meus pais e irmão, óbvio - ficam de braços cruzados à espera que tudo apareça feito. Haja espírito de entreajuda, pois claro... Hoje sinto-me um pouco Mr. Scrooge). Gosto muito da minha família, mas hoje tudo o que quero é paz e sossego. O silêncio é precioso.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
O essencial

"(...)É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos..."
O Principezinho
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Concreto/Abstracto
(...)
-Distingue nomes concretos de nomes abstractos.
-Podemos tocar nos concretos, não é? E nos abstractos não.
-Distingue nomes concretos de nomes abstractos.
-Podemos tocar nos concretos, não é? E nos abstractos não.
-Pois... Os nomes concretos indicam seres, objectos que existem. Podemos tocar, de facto. Os abstractos indicam acções ou qualidades. Não podemos mesmo tocar. Por exemplo, a mentira, a verdade, a liberdade... Ora tenta dar mais exemplos.
- Posso dizer um concreto? Pode ser... um carro?
- Muito bem. E um nome abstracto?
-Pode ser... o amor?
- Sim, claro. Como o ódio, a justiça, etc...
- Não, espere... (Pura epifania) E quando se faz o amor, não se pode tocar?...
- ...
domingo, 6 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Adeus, escolinha.
E assim se passou um mês... Fui tão bem recebida, gostei tanto daqueles miúdos e colegas, que hoje estou para aqui com o coração meio apertado. Era tão bom continuar lá por mais algum tempo... Foram horas de trabalho e conciliar dois empregos não foi nada fácil. Mesmo assim, tudo valeu a pena. Foi mesmo gratificante. Os nonos foram uns amores, especialmente a minha direcção de turma. Que sorte ter encontrado miúdos impecáveis. E assim se passou um mês... Amanhã é o meu último dia oficial...E o futuro continua tão, tão incerto...
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